Terça-feira, 28 de Março de 2006

Química:ciencias sempre presentes

QUÍMICA: CIÊNCIA SEMPRE PRESENTE.

A química está na base do desenvolvimento econômico e tecnológico. Da siderurgia à indústria da informática, das artes à construção civil, da agricultura à indústria aeroespacial, não há área ou setor que não utilize em seus processos ou produtos algum insumo de origem química. Com alto grau de desenvolvimento científico e tecnológico, a indústria química transforma elementos presentes na natureza em produtos úteis ao homem. Substâncias são modificadas e recombinadas, através de avançados processos, para gerar matérias-primas que serão empregadas na formulação de medicamentos, na geração de energia, na produção de alimentos, na purificação da água, na fabricação de bens como automóveis e computadores, na construção de moradias e na produção de uma infinidade de itens, como roupas, utensílios domésticos e artigos de higiene que estão no dia-a-dia da vida moderna

Retirado de http://www.abiquim.org.br/estudante/

publicado por noseaquimica às 09:57

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Segunda-feira, 27 de Março de 2006

Dia do dador de SANGUE

Olá a todos!

 Um dia tão especial como o de hoje não podia ficar no esquecimento, deste modo damos o nosso pequeno contributo.

"Alguns chegam até a desmaiar só pelo simples fato de olhar para ele.

Este fluido é essencial para a nossa sobrevivência e nos reserva grandes surpresas."

Retirado de:www.ucs.br

O tipos de Grupos Sanguíneos foram descobertos no início do século XX (cerca de 1900), quando o cientista austríaco Karl Landsteiner dedicou-se a comprovar que havia diferenças no sangue de diversos indivíduos. Ele colheu amostras de sangue de diversas pessoas, isolou os glóbulos vermelhos e fez diferentes combinações entre plasma e glóbulos vermelhos, tendo como resultado que, em alguns casos, os glóbulos se aglutinavam, formando grânulos, em outros não. Landsteiner explicou então por que algumas pessoas morriam depois de transfusões de sangue e outras não. Em 1930 ele ganhou o Prêmio Nobel por esse trabalho.

 

Sistema ABO

Os resultados dos experimentos realizados por Landsteiner o levaram a sugerir o Sistema ABO. Ele considerou que havia três tipos de sangue: A, B e O (Doador Universal).

Outros cientistas identificaram um quarto tipo, nomeado AB (Receptor Universal).

A deferência entre esse grupo de sangue deve-se à presença, nas hemácias, de uma substância chamada aglutinogênio A e B. Dependendo dessa substância na hemácia, existe no plasma uma substância chamada aglutinina, que pode ser Anti-A e Anti-B.


 

Agora já sabe. DÊ SANGUE

 

Retirado de: www.wikipedia.org

publicado por noseaquimica às 10:14

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Quarta-feira, 22 de Março de 2006

A Química do dia a dia

A QUÍMICA DO DIA-A-DIA

A química nos acompanha 24 horas por dia. Ela está presente em praticamente todos os produtos que utilizamos no dia-a-dia. Do sofisticado computador à singela caneta esferográfica, do possante automóvel ao carrinho de brinquedo, não há produto que não utilize matérias-primas fornecidas pela indústria química. Teclados, gabinetes e disquetes dos computadores, para ficar apenas em alguns exemplos, são moldados em resinas plásticas. No automóvel, há uma lista enorme de produtos de origem química: volantes, painéis, forração, bancos, fiação elétrica encapada com isolantes plásticos, mangueiras, tanques de combustível, pára-choques e pneus são apenas alguns desses itens. A maioria dos alimentos chegou às nossas mãos em embalagens desenvolvidas pela química. Em nossas roupas, há fibras sintéticas e corantes de origem química. Em nossa casa, há uma infinidade de produtos fornecidos, direta ou indiretamente, pela indústria química: a tinta que reveste as paredes, potes e brinquedos em plástico, tubos para condução de água e eletricidade, tapetes, carpetes e cortinas. Isso sem falar nos componentes químicos das máquinas de lavar roupas e louças, na geladeira, no microondas, no videogame e no televisor. Nos produtos que utilizamos em nossa higiene pessoal e na limpeza da casa também podemos perceber a presença da química. É só prestar atenção. Nosso cotidiano seria realmente muito mais difícil sem a química. É para ajudar o homem a ter mais saúde, mais conforto, mais lazer e mais segurança que a indústria química investe dia-a-dia em tecnologia, em processos seguros e no desenvolvimento de novos produtos. O resultado é o progresso.

Retirado de http://www.abiquim.org.br/estudante/

publicado por noseaquimica às 10:01

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Terça-feira, 21 de Março de 2006

A Química que alimenta.

A QUÍMICA QUE ALIMENTA.

Como alimentar uma população em constante crescimento sem esgotar os recursos naturais do solo? A resposta é dada pela química. É através de produtos químicos que se fertiliza a terra, conservando e aumentando o seu potencial produtivo. A reposição de elementos como o nitrogênio, fósforo, potássio e cálcio, entre outros, retirados pela ação de chuvas, ventos, queimadas e constantes colheitas, é fundamental para manter a produtividade da terra. Sem os fertilizantes químicos, áreas esgotadas ou impróprias à agricultura teriam sido abandonadas, com consequente queda na produção de alimentos. Mais: novas áreas agrícolas teriam de ser abertas, reduzindo as reservas de matas e florestas. Também os defensivos químicos têm um importante papel nessa tarefa. Com eles, o agricultor garante a qualidade dos alimentos, a produtividade das plantações e evita a disseminação de doenças. Na pecuária, os medicamentos veterinários preservam a saúde dos rebanhos, evitam epidemias e aumentam a produtividade. A química, como se vê, é fértil em soluções que possam ajudar o homem a vencer o fantasma da fome.

Retirado de http://www.abiquim.org.br/estudante/

publicado por noseaquimica às 09:59

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A Química da água pura

A QUÍMICA DA ÁGUA PURA.

A água é a substância química mais abundante em nosso planeta. Ela cobre três quartos da superfície da terra. Mas apenas uma pequena parte desse volume é potável e está próxima aos centros urbanos. Sem a química, seria impossível assegurar à população o abastecimento de água. É através de processos químicos que a água imprópria ao consumo é transformada em água pura, límpida, sem contaminantes. O dióxido de cloro, por exemplo, é utilizado para oxidar detritos e destruir microorganismos. O cloreto de ferro e o sulfato de alumínio absorvem e precipitam a sujeira em suspensão, eliminando também cor, gosto e odores. O carbono ativo retém micropoluentes e detergentes. Soda e cal neutralizam a acidez da água. É a indústria química que fornece esses e outros produtos, permitindo ao homem continuar a usufruir de um elemento essencial à vida: água pura e saudável.

 Retirado de http://www.abiquim.org.br/estudante/

publicado por noseaquimica às 09:58

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Segunda-feira, 20 de Março de 2006

A Química da saúde

A QUÍMICA DA SAÚDE

A química está presente em praticamente todos os medicamentos modernos. Sem ela, os cientistas não poderiam sintetizar novas moléculas, que curam doenças e fortalecem a saúde humana. Mas a aplicação da química vai além dos medicamentos. Ela cerca o homem de outros cuidados que prolongam e protegem a vida. Fornecedor de uma quantidade fantástica de produtos básicos para outras indústrias, o setor químico também desenvolveu matérias-primas específicas para a medicina. Válvulas cardíacas, próteses anatômicas, seringas descartáveis, luvas cirúrgicas, recipientes para soro, tubos flexíveis e atóxicos e embalagens para coleta e armazenamento de sangue são apenas alguns dos exemplos dos produtos de origem química que revolucionaram a medicina. Hospitais, clínicas, laboratórios, enfermarias e unidades de terapia intensiva têm na química uma parceira indispensável. Os modernos equipamentos utilizados em cirurgias ou diagnósticos foram fabricados com matérias-primas químicas. Avançados desinfetantes combatem o risco de infecções. Reagentes aceleram o resultado de exames laboratoriais. Na medicina, mais do que em qualquer outra atividade, fica patente que química é vida.

Retirado de http://www.abiquim.org.br/estudante/

publicado por noseaquimica às 10:00

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Domingo, 19 de Março de 2006

A Química dos novos materiais

A QUÍMICA DOS NOVOS MATERIAIS

Um dos principais ramos industriais da química é o segmento petroquímico. A partir do eteno, obtido da nafta derivada do petróleo ou diretamente do gás natural, a petroquímica dá origem a uma série de matérias-primas que permite ao homem fabricar novos materiais, substituindo com vantagens a madeira, peles de animais e outros produtos naturais. O plástico e as fibras sintéticas são dois desses produtos. O polietileno de alta densidade (PEAD), o polietileno de baixa densidade (PEBD), o polietileno tereftalato (PET), o polipropileno (PP), o poliestireno (PS), o policloreto de vinila (PVC) e o etileno acetato de vinila (EVA) são as principais resinas termoplásticas. Nas empresas transformadoras, essas resinas darão origem a autopeças, componentes para computadores e para as indústrias aeroespacial e eletroeletrônica, a garrafas, calçados, brinquedos, isolantes térmicos e acústicos ...enfim, a tantos itens que fica difícil imaginar o mundo, hoje, sem o plástico, tantas e tão diversas são as suas aplicações. Os produtos das centrais petroquímicas também são utilizados para a produção, entre outros, de etilenoglicol, ácido tereftálico, dimetiltereftalato e acrilonitrila, matérias-primas para a produção dos fios e fibras de poliéster, de náilon, acrílicos e do elastano. As fibras sintéticas, em associação ou não com fibras naturais como o algodão e a lã, são transformadas em artigos têxteis e em produtos utilizados por diferentes indústrias, como a de pneumáticos, por exemplo. E, a cada dia, surgem novas aplicações para as fibras sintéticas e para as resinas termoplásticas. Resultado: maior produção, menores preços e maior facilidade de acesso da população aos bens de consumo, gerando mais qualidade de vida.

Retirado de http://www.abiquim.org.br/estudante/

publicado por noseaquimica às 10:02

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Terça-feira, 14 de Março de 2006

Segurança nos Laboratórios de Química

SEGURANÇA NOS LABORATÓRIOS QUÍMICOS

1 - INTRODUÇÃO

A segurança é uma responsabilidade colectiva que requer a cooperação de todos os indivíduos do laboratório.

Os acidentes resultam normalmente de uma atitude indiferente dos utilizadores, ausência de senso comum ou falha no cumprimento das instruções a seguir.

Antes de qualquer trabalho laboratorial o operador deve estar informado sobre os riscos dos produtos químicos a utilizar, bem como conhecer as precauções de segurança e os procedimentos de emergência a ter em caso de acidente, para se proteger dos possíveis riscos.

Os riscos envolvidos na utilização do equipamento e no seu manuseamento.

Saber como actuar para se proteger a si e aos outros desses riscos.

Todos os trabalhadores do laboratório devem:

a) Seguir cuidadosamente as instruções de segurança e emergência fornecidas.

b) Conhecer perfeitamente a localização e funcionamento de todo o equipamento de emergência localizado no seu local de trabalho, nomeadamente Extintores, Bocas de Incêndio e baldes de areia, detecção de incêndio, fontes lava-olhos, chuveiros de emergência e telefones (números de emergência) da portaria, bombeiros e centro de venenos

c) Ter conhecimento do Plano de Emergência Interno e ser periodicamente testado; Afixar Plantas de Emergência com instruções especiais para laboratórios.

 

 - PROTECÇÃO PESSOAL

2.1 - PROTECÇÃO DOS OLHOS

 

- Óculos de Segurança - As lentes de contacto são proibidas no laboratório porque podem facilitar o contacto da córnea com corpos estranhos provocando a sua lesão, serem difícil de remover no caso de salpicos. As lentes acrílicas representam um perigo adicional porque podem absorver e reter vapores químicos.

- Ecrã de protecção – Quando for caso disso.

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2.2 - PROTECÇÃO DO CORPO

- Bata - Protecção contra salpicos; deve ser fácil de remover em caso de acidente; devem evitar-se os tecidos que ardam facilmente ou que façam uma massa quando fundidos. Evitar também aqueles que possam desenvolver electricidade estática. O algodão é uma boa opção na generalidade dos casos.

- Calçado - Não se devem usar: Sapatos de salto alto, sandálias, sapatos de tecido.

- Luvas - Atenção: As luvas por vezes são permeáveis aos compostos químicos. Devem ser removidas antes de abandonar o local de trabalho e antes de pegar em telefones, fechos de portas, canetas e caderno de laboratório.

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3 - PROTECÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS

 

- Máscaras

Em todos os trabalhos onde se libertem gases, vapores ou poeiras prejudiciais à saúde devem estar disponíveis aparelhos de protecção respiratória para que possam ser utilizados em caso de necessidade.

As máscaras podem ser de protecção total (boca, nariz e olhos) ou protecção facial (boca e nariz).

Devem estar preparadas para se adaptarem perfeitamente à cara do utilizador.

As máscaras devem ser cuidadosamente limpas, higienizadas, secas e guardadas em armários fora da acção de gases contaminantes. Os filtros que estejam fora da duração ou que estejam saturados devem ser substituídos por novos.

É de considerar que uma máscara de filtro só deve ser utilizada quando se sabe que a concentração do poluente na atmosfera não excede 2% em volume e o oxigénio do ar tem concentração superior a 15% em volume.

 

- Filtros

Os filtros são específicos dos poluentes a que se destinam.

Eles são indicados por uma cor e uma letra.

 

Para além destes filtros também há os chamados "filtros combinados". Estes podem ter várias pastilhas absorventes e ainda outros contra poeiras. Neste caso para além da letra ou letras que referimos tem a indicação "St".

Os filtros, mesmo armazenados têm um prazo máximo de duração:

Tipo A - 5 anos;

Tipo B e CO - 4 anos;

Tipo E e K - 3 anos.

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4 - HIGIENE PESSOAL

Todos os que utilizam um laboratório químico devem evitar os perigos da ingestão dos compostos químicos.

As seguintes precauções do senso comum minimizam a possibilidade a essa exposição:

Não preparar, guardar ou consumir comida ou bebidas no laboratório;

Não fumar no laboratório ou nas suas proximidades, tendo em consideração que os maços que se encontram em embalagens abertas podem absorver os vapores químicos;

Não aplicar cosméticos no laboratório;

Lavar as mãos antes de sair do laboratório mesmo que tenha usado luvas;

Lavar a bata na qual tenha ocorrido salpicos de produtos químicos separada da roupa pessoal;

Nunca usar ou transportar a bata para áreas onde haja alimentos;

Usar sempre os cabelos curtos ou apanhados.

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5 - O ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS QUÍMICOS DEVEM CUMPRIR AS SEGUINTES CONDIÇÕES:

 

5.1 - ARMAZÉNS

Estar devidamente identificados e em condições de segurança;

Só terem acesso pessoas devidamente autorizadas;

Ter pelo menos duas saídas;

Estar devidamente iluminados e ventilados;

Serem providos de sistema de arrefecimento de ar;

Não permitir fumar nem fazer lume;

Não ser permitido usar aquecimentos;

Não ser permitido misturar ou transferir químicos;

As vias de evacuação estarem desimpedidas.

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5.2 - PRATELEIRAS

As garrafas e contentores maiores estarem armazenados a menos de 60 cm do chão;

Contentores de produtos químicos corrosivos estarem abaixo do nível dos olhos;

As prateleiras estarem inclinadas ou ter guardas para evitar a queda dos contentores;

Existir espaço suficiente e os compostos não estarem uns em cima dos outros;

Não haver garrafas vazias nas prateleiras;

As prateleiras serem estáveis, resistentes e devidamente presas às paredes;

As prateleiras estarem limpas, libertas de poeiras e de contaminação dos químicos. 

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5.3 - ROTULAGEM DOS RECIPIENTES

Todos os frascos estarem devidamente rotulados com o seu conteúdo;

Os rótulos serem legíveis e livres de contaminações ou corrosão;

Os rótulos estarem devidamente ligados aos frascos ou contentores;

Os contentores estarem rotulados com os avisos adequados (venenoso, corrosivo, etc);

Todos os contentores apresentarem data de compra e o prazo de validade;

Os rótulos incluem as precauções necessárias para o composto específico. 

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5.4 - RECIPIENTES PARA ARMAZENAMENTO

Os recipientes devem ser inspeccionados periodicamente para verificar o estado de corrosão e fugas;

Os recipientes sem condições serem removidos ou reparados imediatamente;

Os compostos devem ser guardados ao abrigo do ar, em frascos rolhados e não em recipientes abertos ao ar;

As rolhas serem de fácil remoção;

Os frascos com mercúrio estarem bem rolhados. 

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5.5 - ARMAZENAMENTO DE COMPOSTOS QUÍMICOS

Os compostos químicos não podem estar expostos à luz directa do sol ou do calor;

Os contentores de compostos corrosivos devem estar em contentores capazes de conter as fugas caso existam;

Os compostos estão guardados segundo classes de reactividade (inflamáveis com inflamáveis, oxidantes com oxidantes, etc.);

Estar disponíveis uma lista de compostos compatíveis e incompatíveis para consulta;

Os compostos incompatíveis devem estar separados uns dos outros durante a armazenagem. 

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5.6 - ÁCIDOS

As garrafas de ácidos grandes devem estar armazenadas nas prateleiras baixas;

Os ácidos oxidantes devem estar separados dos ácidos orgânicos e de materiais combustíveis e inflamáveis;

Os ácidos devem estar separados das bases, de metais reactivos como o sódio, magnésio e potássio;

Os ácidos devem estar afastados dos compostos com os quais podem gerar gases tóxicos por contacto, tais como o sódio, o cianeto, etc.;

Estarem disponíveis soluções para neutralizar os ácidos salpicados.

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5.7 - BASES

As bases devem estar armazenadas longe dos ácidos;

As soluções de hidróxidos inorgânicos devem estar armazenadas em frascos de plástico (Polietileno);

Estarem disponíveis soluções para neutralizar os salpicas de bases. 

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5.8 - INFLAMÁVEIS

Os compostos inflamáveis devem estar armazenados longe de qualquer fonte de ignição;

Só os frigoríficos aprovados deve ser usados para armazenar líquidos voláteis altamente inflamáveis.

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5.9 - COMPOSTOS QUE FORMAM PERÓXIDOS

Os compostos que formem peróxidos devem estar armazenados em recipientes que não deixem entrar o ar e luz, num local fresco e seco e destruídos adequadamente antes da data do prazo de validade;

Os compostos estão assinalados com a data de compra, a de abertura e o prazo de validade.

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5.10 - COMPOSTOS REACTIVOS COM ÁGUA

Os compostos devem estar armazenados em local seco e fresco.

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5.11 - OXIDANTES

Os oxidantes devem estar armazenados longe de agentes redutores, compostos inflamáveis ou combustíveis e guardados ao abrigo do ar.

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5.12 - COMPOSTOS TÓXICOS

Compostos tóxicos devem estar armazenados de acordo com a natureza do composto.

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5.13 - CILINDROS DE GÁS

Todos os cilindros devem estar presos de modo a evitar quedas;

Devem estar armazenados longe de fontes de calor directo ou lume;

Estarem armazenados em local fresco e seco longe de vapores corrosivos ou de compostos químicos;

Estarem armazenadas longe de substâncias altamente inflamáveis;

As garrafas vazias estarem marcadas com vazio e armazenadas em local separado das cheias; Gases inflamáveis e tóxicos devem estar armazenados ao nível do chão ou abaixo;

As garrafas de gases incompatíveis devem estar separadas por distâncias consideráveis; Quando o cilindro não estiver a ser utilizado a tampa de segurança deve estar colocada;

Deve existir um carro adequado para transporte dos cilindros.

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6 - DESTRUIÇÃO DE RESÍDUOS

Apenas se deve recorrer à destruição ou encaminhamento de resíduos depois de se ter feito todos os esforços para os minimizar. Para tal podemos recorrer a:

Planeamento de experiências (redução do volume de resíduos produzidos e de desperdícios, evitar situações difíceis de resolver);

Redução das escalas de experiência;

Permuta de reagentes;

Reciclagem de solventes;

Reutilização de produtos recuperados;

Plano integrado de gestão dos resíduos laboratoriais.

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7 - MATERIAL SAFETY DATA SHEET INDEX - MSDS

Hoje em dia, através da Internet, temos acesso às características físicas e químicas da maioria dos matérias perigosas através de bases de dados existentes, conhecidas por MSDS.

Como exemplo temos:

- scrif.cnig.pt/asp/materias.asp

- msds.pdc.cornell.edu/msdssrch.asp

- research.nwfsc.noaa.gov/msds

 

 

BIOGRAFIA

Curso de Segurança em Laboratórios de Química (2000) – Profª. Drª. M. Manuela Pereira – Faculdade de Química - FCT – Universidade Nova de Lisboa, realizado em Coimbra com o apoio da Companhia de Bombeiros Sapadores de Coimbra.

FOTOS

Companhia de Bombeiros Sapadores de Coimbra.

AGRADECIMENTOS

Prof. Hermínio Sousa do Departamento de Química da FCTUC.

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Retirado de:

sapadoresdecoimbra.no.sapo.pt

publicado por noseaquimica às 09:55

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Leis das reações químicas

Veja as principais leis enunciadas e experimentos que ajudaram no desenvolvimento da Química.

Leis ponderais das reações químicas

 

As leis ponderais são as relativas às massas das substâncias que participam de uma reação química: a dos reagentes - estado inicial - e a dos produtos - estado final do sistema.
Foi a partir dessas leis, propostas no final do século XVIII e o ínicio do século XIX, que a Química Moderna se desenvolveu. Elas permitiram o desenvolvimento de um corpo teórico organizado fundamentado em observações experimentais que serviriam de base conceitual para a construção do conhecimento que se tem na atualidade.

 

• Lei da Conservação da Massa (Lavoisier)

• Lei das Proporções Definidas (Proust)


Gases

• Lei volumétrica de Gay-Lussac para as reações químicas

• Princípio de Avogrado

• Equação de Clapeyron

 

Retirado de www.geocities.com

publicado por noseaquimica às 09:24

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Terça-feira, 7 de Março de 2006

Apresentação

Este blog foi concelido no âmbito da disciplina de Prática Pedagógica II, integrada no 3º ano da licenciatura em Ensino de Física e Química da Universidade do Minho.

O blog criado destina-se a todos os curiosos que tenham gosto pela Quimica, mas essencialmente a estudantes, professores de quimica ou mesmo das Ciências Físico-Quimica.

O nosso blog pretende efectuar a ligação da quimica com tudo o que nos rodeia dia-a-dia.

Todas as semanas este blog será actualizado e encontrara novas informações que esperemos que sejam uteis aque o visita e que cative novos visitantes.  

                              

publicado por noseaquimica às 13:45

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